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Compras, um ator fundamental de Compliance

Um dos elementos fundamentais da agenda ESG está associada a atividade do Compliance nas empresas. As melhores práticas nesta área fundamentam a dimensão “G” do ESG.

Muitas questões sensíveis nesta dimensão envolvem diretamente as ações de Compras, tornando o Comprador um agente fundamental garantidor das melhores práticas de governança nas corporações.

Este foi o tema que abordamos no episódio 12 do Papo de Comprador que reprisamos aqui para você no #TBT do Papo. Tivemos a participação de duas grandes referencias neste tema, Giovana Martinez Valeriano e Daniel Lança.

Nenhum assunto sensível foi deixado de fora. Tivemos uma conversa franca e aberta sobre Compliance e falamos sobre muitos pontos que dificilmente são discutidos de forma tão sincera.

Questões importantes e delicadas tais como:

Existe a prática de se construir uma blacklist de fornecedores nas empresas? Fato ou mito?

Muitos controles garantem a melhor prática de Compliance?

Se existir fraude na alta gestão da empresa envolvendo fornecedores o que o Comprador deve fazer?

Para dar um gostinho do que foi discutido selecionamos algumas passagens impactantes deste episódio:

  • Relevância de Compras como ator importante para implantar e garantir a execução das melhores práticas de Compliance.
  • O comprador teve que mudar seu perfil para ser elemento garantidor das melhores práticas de Compliance, não apenas no momento da contratação, mas também durante todo o período de execução do contrato.
  • A área de Suprimentos é historicamente uma área vulnerável e alvo natural de controles e auditorias.
  • De maneira geral as empresas têm em média uma perda de 5% do seu faturamento bruto aliado a algum tipo de fraude.
  • Cerca de 10 a 15% das pessoas nas empresas são extremamente justas e honestas, ou seja, não precisam de controles nem vigilância externa para fazer o que é certo. Outras 10 a 15% são aquelas que em havendo um controle fraco ou políticas frouxas quanto ao Compliance serão motivadas a cometer alguma fraude. Já para os últimos 70% a 80%, estes irão seguir o perfil ético dominante na empresa, não importando muito qual seja. Seguirão os exemplos e práticas vigentes no coletivo da corporação.
  • Esta estatística reforça a necessidade de a empresa implantar uma cultura de integridade. E para uma implantação bem-sucedida deste tipo de cultura este movimento tem que ser de cima para baixo.
  • Minha empresa está sendo fraudada? A resposta é, provavelmente sim.
  • A área de Compliance ajuda as equipes de compras a dar conforto em suas relações e a cada dia está mais automatizada para atuar com mais tecnologia nas rotinas de controle e suporte nas contratações.
  • O Fair Trade se consolida como um conceito muito importante para se garantir as melhores práticas de Compliance nas empresas.

Estes são apenas alguns dos tópicos discutidos neste episódio.

Para assisti-lo na íntegra basta clicar aqui e curtir todo seu conteúdo.

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